A dura realidade é que a sorte não dura para sempre. Perder para o adversário teoricamente mais forte do grupo não é trágico, perder 3 pontos e ficar a um do segundo classificado a quatro jogos do fim é aceitável, mas sofrer quatro golos (3 de bola parada), falhar tanto no meio campo e ser tão passivo no ataque deve ser um forte alerta para o que aí vem de champions e campeonato.
Levar o jogo pelas faixas é normalmente bom, mas meter os extremos no meio e os laterais a fazer de extremos sempre na mesma jogada, sempre da mesma forma, é previsível e fácil de anular. E expõe o meio campo e a defesa.
Individualmente, tanto Grimaldo (que se agarra demasiado à bola!!!) e Semedo cumpriram o que lhes foi pedido, mas não desequilibraram. No meio Almeida e Fejsa não constroem, e tanto Pizzi como Horta foram insuficientes na qualidade e acerto do passe. Carrillo mandou fora uma excelente oportunidade num grande palco, também por culpa de Rui Vitória que não o deixa jogar a extremo direito, insistindo em invenções. Nota mais para Guedes e Salvio, que entraram bem e nota menos para Carrillo e para o grande Júlio César, que teve a sua primeira noite não vestido de vermelho.
A arbitragem decidiu bem os lances importantes e não há nada a assinalar, a não ser desejar-lhe dois meses de diarreia pelo que nos fez contra o Sevilha.
Venha o Feirense, que também vale três pontos, e venham os lesionados, especialmente Danilo, que muito anseio possa trazer o equilíbrio ao meio campo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
6ª Jornada - TUDO IGUAL, TUDO FRAQUINHO...
Foi um fim de semana sem novidades...
A gerigonça continua no poder, continuam a haver atentados um pouco por todo o mundo e o novo disco dos Metallica por lançar. Nada de novo, portanto.
No que respeita ao nosso campeonato, coube ao Porto abrir a contenda e apesar do susto de começar a perder, foi superior e o "abono" André Silva a fazer jus ao número que carrega na camisola, o 10, sendo um sério candidato a melhor marcador, se até lá se aguentar com toda a equipa às costas.
Por falar em jovem e em carregar a equipa às costas: Gelson. É um abuso o caudal ofensivo de toda uma equipa, praticamente só passar por ele, onde o Sporting passa muito para o lado e em tabelinhas vistosas, mas de progressão zero. E quando quer verticalizar (leia-se acelerar) o jogo, passa a bola ao miúdo que ele vai para cima deles. É pouco e como pouco é o tempo de trabalho com as caras novas, para as "disciplinar" na doutrina "inovadora e artística" do treinador JJ e isso nota-se desde a bancada central até à pala de Alvalade, passando pelo fosso e ainda por detrás dos ecrans gigantes. É preciso tempo, mas quem foi buscar "craques" (vamos ver, vamos ver...) emprestados e já feitos, não tem esse tempo e não o pode exigir.
O líder apesar dos sustos e das lesões tem ganho e isso nesta fase de entrosamento e sem alguns titulares é o melhor a retirar e a elogiar aos pupilos de Rui Vitória.
A gerigonça continua no poder, continuam a haver atentados um pouco por todo o mundo e o novo disco dos Metallica por lançar. Nada de novo, portanto.
No que respeita ao nosso campeonato, coube ao Porto abrir a contenda e apesar do susto de começar a perder, foi superior e o "abono" André Silva a fazer jus ao número que carrega na camisola, o 10, sendo um sério candidato a melhor marcador, se até lá se aguentar com toda a equipa às costas.
Por falar em jovem e em carregar a equipa às costas: Gelson. É um abuso o caudal ofensivo de toda uma equipa, praticamente só passar por ele, onde o Sporting passa muito para o lado e em tabelinhas vistosas, mas de progressão zero. E quando quer verticalizar (leia-se acelerar) o jogo, passa a bola ao miúdo que ele vai para cima deles. É pouco e como pouco é o tempo de trabalho com as caras novas, para as "disciplinar" na doutrina "inovadora e artística" do treinador JJ e isso nota-se desde a bancada central até à pala de Alvalade, passando pelo fosso e ainda por detrás dos ecrans gigantes. É preciso tempo, mas quem foi buscar "craques" (vamos ver, vamos ver...) emprestados e já feitos, não tem esse tempo e não o pode exigir.
O líder apesar dos sustos e das lesões tem ganho e isso nesta fase de entrosamento e sem alguns titulares é o melhor a retirar e a elogiar aos pupilos de Rui Vitória.
sábado, 24 de setembro de 2016
Desp. Chaves 0 Benfica 2 - Bolas Paradas
Mais uma vitória, mais três pontos, mas muita sorte na forma como o Benfica vem de lá do Marão com a liderança do campeonato.
Numa primeira parte em que o Benfica deve ter batido o recorde de passes errados, o Chaves conseguiu ter (uma, duas, três) ocasiões de golo cantado e desperdiçado e foi claramente melhor. Sorte para os encarnados, e mérito para o Chaves. Horta era posto no bolso pelo meio campo flaviense, Grimaldo e Nelson ficavam "a meio da ponte" e Mitro estava longe da bola.
Na segunda parte as pernas começaram a falhar ao Chaves e o Benfica veio com maior acerto. A partir do momento em que Salvio sai o Benfica cresce e une-se. Depois começa o carrossel, a pouca velocidade mas começa, e surgem os golos.
Nota mais para Fejsa, Mitroglou e Semedo, com boas exibições e uma menção honrosa para Pizzi, que melhorou muito na segunda parte. Salvio e Horta falharam demais.
O árbitro teve globalmente uma boa exibição, embora um golo anulado a Mitroglou e um outro a Rafa, do Chaves, me pareçam mal anulados por fora de jogo inexistente, mas milimétrico.
A jogar assim, tão expostos, tão previsíveis, vamos passar um mau bocado em Nápoles. Mas venham eles.
Numa primeira parte em que o Benfica deve ter batido o recorde de passes errados, o Chaves conseguiu ter (uma, duas, três) ocasiões de golo cantado e desperdiçado e foi claramente melhor. Sorte para os encarnados, e mérito para o Chaves. Horta era posto no bolso pelo meio campo flaviense, Grimaldo e Nelson ficavam "a meio da ponte" e Mitro estava longe da bola.
Na segunda parte as pernas começaram a falhar ao Chaves e o Benfica veio com maior acerto. A partir do momento em que Salvio sai o Benfica cresce e une-se. Depois começa o carrossel, a pouca velocidade mas começa, e surgem os golos.
Nota mais para Fejsa, Mitroglou e Semedo, com boas exibições e uma menção honrosa para Pizzi, que melhorou muito na segunda parte. Salvio e Horta falharam demais.
O árbitro teve globalmente uma boa exibição, embora um golo anulado a Mitroglou e um outro a Rafa, do Chaves, me pareçam mal anulados por fora de jogo inexistente, mas milimétrico.
A jogar assim, tão expostos, tão previsíveis, vamos passar um mau bocado em Nápoles. Mas venham eles.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Benfica 3 Braga 1 Três pontos G
Goleiros, Glou e Grimaldo. Três pontos, três pontos G, com o prazer de ver ao vivo, numa vitória em que jogámos bem, especialmente na primeira parte.
Aliás, o jogo foi bom, entretido, dividido, mas com um Benfica mais eficaz contra um Braga de Peseiro que repetiu a fórmula com que jogou, e ganhou, com o FC Porto na Luz no ano passado. Sem bola, com pressão alta, a não deixar virar o portador do esférico, com bola, a lançar nas faixas quer para Wilson quer para Hassan, que me impressionou positivamente. Do lado do Benfica, o plano era sair de bola controlada, em tabelas, quer com Grimaldo e Pizzi, quer com Salvio e Semedo. Neste plano, destacou-se o espanhol. Técnica apurada, bom posicionamento, rápido nas tabelas, e muito bom a centrar. Lá atrás destacava-se Lindelof, pela negativa (o pior jogo que já vi do sueco) e Júlio, pela positiva. No Braga, Marafona defendeu tudo, menos o 1-0 de Mitro.
Na segunda parte, mais Braga, o Benfica com uma posse de bola passiva e com Horta e Pizzi a não aparecerem até ao dois-zero, num lance aparentemente polémico, que no estádio não vi (estou atrás da outra baliza!) e que ainda não vi na tv. Depois o jogo mudou, mais Benfica até final com Carrillo a empolgar a bancada, 3-0 e finalmente, 3-1, num golo de honra merecido.
Nota mais para Grimaldo, Mitro e Júlio, nota menos para Horta e Lindelof.
Arbitragem com algumas falhas de critério mas bem no geral.
Estamos em primeiro após 5 jornadas, mas ainda não fomos realmente testados. Faltam 29 finais. E a Europa. E as taças. Mesmo a da Liga. Carrega Benfica.
Aliás, o jogo foi bom, entretido, dividido, mas com um Benfica mais eficaz contra um Braga de Peseiro que repetiu a fórmula com que jogou, e ganhou, com o FC Porto na Luz no ano passado. Sem bola, com pressão alta, a não deixar virar o portador do esférico, com bola, a lançar nas faixas quer para Wilson quer para Hassan, que me impressionou positivamente. Do lado do Benfica, o plano era sair de bola controlada, em tabelas, quer com Grimaldo e Pizzi, quer com Salvio e Semedo. Neste plano, destacou-se o espanhol. Técnica apurada, bom posicionamento, rápido nas tabelas, e muito bom a centrar. Lá atrás destacava-se Lindelof, pela negativa (o pior jogo que já vi do sueco) e Júlio, pela positiva. No Braga, Marafona defendeu tudo, menos o 1-0 de Mitro.
Na segunda parte, mais Braga, o Benfica com uma posse de bola passiva e com Horta e Pizzi a não aparecerem até ao dois-zero, num lance aparentemente polémico, que no estádio não vi (estou atrás da outra baliza!) e que ainda não vi na tv. Depois o jogo mudou, mais Benfica até final com Carrillo a empolgar a bancada, 3-0 e finalmente, 3-1, num golo de honra merecido.
Nota mais para Grimaldo, Mitro e Júlio, nota menos para Horta e Lindelof.
Arbitragem com algumas falhas de critério mas bem no geral.
Estamos em primeiro após 5 jornadas, mas ainda não fomos realmente testados. Faltam 29 finais. E a Europa. E as taças. Mesmo a da Liga. Carrega Benfica.
5ª Jornada - Semana dolorosa
Depois de uma semana sem escrever e depois de vencer o Moreirense, num jogo sem história, onde a curiosidade em ver o "novo brinquedo" (leia-se jogadores novos) de Jorge Jesus, foi o tema a destacar, fomos a Madrid...
E quando digo fomos...fomos mesmo. Pela primeira vez fui ao estrangeiro ver o meu Sporting e foi uma boa experiência, num autocarro carregado de sportinguismo, de boa disposição e de minis. Um abraço para o pessoal de Vendas Novas. Cruel é a palavra que me ocorreu...não merecíamos...
Não merecíamos depois de tanta qualidade em campo perante o campeão europeu, depois da exibição de encher o olho e de estar a vencer 88'm e ainda ir perder o jogo, depois de tanto cântico naquele estádio mítico e terceiro-mundista, depois de tantas horas de viagem, de tantas horas sem dormir, de tantas cervejas...mas foi futebol. Mas acima de tudo, gostei de "invadir" Madrid...
Só a publicidade que o Sporting teve nesta semana é impagável, pena foi não ter conseguido concretizar desportivamente, para ser um sucesso pleno.
Ontem, foi mau demais...
Não podemos perder assim e de uma maneira tão fácil. Parece que os jogadores e acima de tudo o treinador ficaram em Madrid e o Rio Ave aproveitou o momento e com a qualidade mostrada desmontou a defesa, mas acima de tudo o meio campo expectante dos leões.
Ainda falta tempo, que não existe, para tentar carburar estes novos jogadores e para perceber se são de facto reforços e não só nomes estampados nas camisolas.
Mas ontem a derrota foi do treinador que não conseguiu passar a mensagem e mudar o chip e abdicou de quem já lhe deu garantias, para "testar" reforços num campo que já se viu ser difícil.
Numa semana em que ele diz que é o melhor (e é, o que não fica bem é ser ele a dizer), caiu com estrondo a primeira derrota dos leões...
E quando digo fomos...fomos mesmo. Pela primeira vez fui ao estrangeiro ver o meu Sporting e foi uma boa experiência, num autocarro carregado de sportinguismo, de boa disposição e de minis. Um abraço para o pessoal de Vendas Novas. Cruel é a palavra que me ocorreu...não merecíamos...
Não merecíamos depois de tanta qualidade em campo perante o campeão europeu, depois da exibição de encher o olho e de estar a vencer 88'm e ainda ir perder o jogo, depois de tanto cântico naquele estádio mítico e terceiro-mundista, depois de tantas horas de viagem, de tantas horas sem dormir, de tantas cervejas...mas foi futebol. Mas acima de tudo, gostei de "invadir" Madrid...
Só a publicidade que o Sporting teve nesta semana é impagável, pena foi não ter conseguido concretizar desportivamente, para ser um sucesso pleno.
Ontem, foi mau demais...
Não podemos perder assim e de uma maneira tão fácil. Parece que os jogadores e acima de tudo o treinador ficaram em Madrid e o Rio Ave aproveitou o momento e com a qualidade mostrada desmontou a defesa, mas acima de tudo o meio campo expectante dos leões.
Ainda falta tempo, que não existe, para tentar carburar estes novos jogadores e para perceber se são de facto reforços e não só nomes estampados nas camisolas.
Mas ontem a derrota foi do treinador que não conseguiu passar a mensagem e mudar o chip e abdicou de quem já lhe deu garantias, para "testar" reforços num campo que já se viu ser difícil.
Numa semana em que ele diz que é o melhor (e é, o que não fica bem é ser ele a dizer), caiu com estrondo a primeira derrota dos leões...
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Benfica - Besiktas 1-1 - Traição!
Um jogo dividido, um resultado ajustado, mas da pior maneira possível. Empatar nos descontos dói sempre, mas quando o golo é marcado por um assalariado fica sempre aquela sensação de que devia ter ficado na equipa B.
O Benfica jogou melhor na primeira parte que na segunda. Mesmo com uma equipa com uma média de idades que impede que passem porno no autocarro, o Benfica teve mais acerto nos passes, mais posse de bola concedida mas controlada e mais acerto nas saídas para o ataque. A segunda parte foi do Besiktas. Um treinador turco mais atento, que foi mexendo a ver o que resultava, e um Arnaldo a ver e provavelmente com pouca rede.
Grande jogo de Lisandro, Lindelof, Ederson e Fejsa, menos bem Pizzi e Salvio. Melhor jogo da época para Nelson Semedo, sem ser brilhante. Que pena aquele falhanço, senhor Guedes, que pena.
Excelente arbitragem, mesmo com um amarelo ao gajo errado.
O Benfica jogou melhor na primeira parte que na segunda. Mesmo com uma equipa com uma média de idades que impede que passem porno no autocarro, o Benfica teve mais acerto nos passes, mais posse de bola concedida mas controlada e mais acerto nas saídas para o ataque. A segunda parte foi do Besiktas. Um treinador turco mais atento, que foi mexendo a ver o que resultava, e um Arnaldo a ver e provavelmente com pouca rede.
Grande jogo de Lisandro, Lindelof, Ederson e Fejsa, menos bem Pizzi e Salvio. Melhor jogo da época para Nelson Semedo, sem ser brilhante. Que pena aquele falhanço, senhor Guedes, que pena.
Excelente arbitragem, mesmo com um amarelo ao gajo errado.
domingo, 11 de setembro de 2016
Arouca - Benfica 1-2
Uma vitória irrepreensível num jogo jogado a um ritmo alto e com uma atitude ofensiva. O Benfica foi superior ao Arouca e fez das fraquezas forças ao usar avançados móveis ao invés dos habituais titulares mais dados à marcação. Muitas ocasiões de golo desperdiçadas e uma boa exibição de Bracalli livraram o Arouca de uma goleada em casa. Enorme jogo de Gonçalo Guedes e boas exibições de Fejsa e Rafa. No pior, Pizzi, pouco influente. Nota alta para Rui Vitória que fez tudo o que podia na busca dos três pontos. Má arbitragem, com um critério errático. Venha o Besiktas.
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